A Unifesp, unidade Silva Jardim, em Santos, é desocupada após trinta e quatro dias. Alguns alunos de graduação e outros decupados e que nem estudantes eram, mantinham a Universidade Federal sob a mais absoluta paralisação. Pessoas sem propósito, “filhinhos de papai” e do grupo de jovens que impera o país, o chamado “nem-nem”, acabaram por concordar em deixar a escola.

Unifesp
Unifesp SJ – Ocupa – Baixada Santista. Este é o perfil no Facebook desse grupelho que estava atrpalhando a vida de outros estudantes que queriam estudar. (Reprodução)
Em comunicado na página do movimento na rede social Facebook, o grupo afirma que a decisão ocorreu na sexta-feira (9), “após intenso processo de negociação de nossas pautas internas com a direção e reitoria, no qual obtivemos ganhos consideráveis”.

Ainda segundo a postagem, até a data definida para a desocupação, ocorrerá limpeza, retirada das barracas, readequação do espaço e cumprimento das etapas formais, “que incluem a vistoria e uma assembleia comunitária sobre o balanço geral deste período”.

A decisão ocorreu um dia após o grupo afirmar na mesma rede social que ‘radicalizaria’ a ocupação, diante da “devolutiva insatisfatória” da pauta de reivindicações internas.

O campus da Unifesp em Santos foi ocupado no dia 3 de novembro por estudantes contrários à PEC do Teto e à proposta de reforma do Ensino Médio, medidas que avançam no Congresso.

Nesse período, porém, os estudantes também formataram uma pauta de reivindicações do próprio campus, apresentada no último dia 2.

Os estudantes, em associação com pessoas de índoles duvidosas, formaram um grupo de apoio a políticos que perderam espaço e, por consequência, votos. A maioria composta de jovens que nem sabia o que estaria fazendo na Universidade.

PRAIA GRANDE NA TELA

DEIXE UM COMENTÁRIO